quarta-feira, 22 de setembro de 2010

stuck in reverse

eu queria ter coragem de escrever tudo o que eu penso. e queria poder entender e traduzir tudo o que eu sinto.


sei que existe medo. sei que existe dúvida.
sei que a dúvida corrói.
então, contanto que eu aprenda com meus erros, tentar é o melhor. agir. ser. produzir. ESCOLHER.


e a escolha é minha. tem que ser pessoal. tem que envolver emoção, tem que movimentar você, exercitar sua cabeça, seu coração. não é uma escolha em busca de emoção, mas para que seja uma escolha consciente, tem que mobilizar você.


é como uma grande onda, se formando, puxando, sugando tudo em você, e depois, vindo, com aquele poder e força, em cima. (me pergunto se sou só eu que sinto essas coisas, na tentativa de me sentir mais amparada. ôh burrice).


você sabe que aquilo não é o fim, que existe muito, infinitamente mais, mas a água é assim, parece que preenche e afoba. mas passa!


"And I smile as I respire because I know they'll never win" 

sábado, 14 de agosto de 2010

incolor

as vezes passo o dia pensando em milhões de coisas que eu poderia escrever aqui. e quando eu sento, não sai nada.
descobri que eu não queria que os posts fossem algo pessoal, mas é impossível. para que seja o que eu gostaria que fosse tem que ser pessoal.

a verdade é que quando for pessoal eu verei que não tenho nem 1/10 do talento que eu gostaria de ter. gostaria de saber escrever e descrever melhor as infinitas indagações e certezas que tenho, mas elas só são incriveis para mim e quando estão dentro da minha cabeça.

uma vez um colega me disse que eu sempre parecia ter certeza do que falava, como se fosse uma verdade maior do que eu. e era assim. hoje eu não sei como, mas era. sinto falta dessa certeza, ela foi acompanhar outra pessoa.

é de sabedoria comum que são as perguntas que impulsionam o homem, mas (cara!) é dificil. explico. fazer as perguntas é fácil, mas quem tem as respostas??? cada pergunta que eu me permito fazer é um espaço que eu abro em mim e que pode (ou não) ser preenchido. as vezes, eu imagino, que eu ando cheia de buracos, e nesses momentos eu sou tão vulnerável.

eu quero as respostas. talvez o objetivo da vida seja achá-las. Lets go for it.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

escolha

de forma consciente, e a cada dia mais consciente eu digo: eu escolho a mim !!!

e para os otimistas: não é uma escolha conscientemente fácil. não é.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

sábado, 8 de agosto de 2009

reBirth

não me sinto pronta para contribuir com minhas próprias contribuições.
elas ainda estão muito imaturas, no campo do pensamento. sinto que penso o óbvio. e o óbvio, já percebi, deve permanecer no ar. cada um tem o seu óbvio, e as vezes magoa as pessoas.
são mais contribuições pessoais do que do mundo.

fantasio que poderei estar no meio dos grandes nome. não porque os nomes deles são grandes, mas porque suas idéias o são. ver até onde alguém pode ir, onde a intuição + experiencia + contribuição pessoal pode levar, é algo incrível. realmente, maravilhosamente incrível.

mas... só de pensar em contribuir mostra que as forças voltam... junto com o renascer.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

life´s therapy

the hole process is so intense that you might think it isnt happening and yet you are able to dare with yourself that you´ve never felt anything so truly and hurtly real.
close.
close to the edge. the edge of yourself.
unbelievably alone.
the only reason we live for - to find, to understand, is the only path you have to walk alone. by yourself. oh, maybe that´s the reason why, in the end of it, you find your streight. the strong-mindedness.
we go, as the life lead us, believing that we face moments of loneliness, where no one can see us, reach us in the essence of what we are, but, know I see, neither can us.

then, it burns. the senses become, more and more, refined. you feel like you are on fire, unable to feel anything else, no other kind of pain, no other experiences besides it. you are now hoping you have never wanted it. brought to you a light thats doesn´t make it lighter or easier. It´s a light that blinds you. Keeps you to yourself, looked up in the only place you never thought you would be: in your own head.

In the cheast, no longer a heart. Ashes. The fire burned all the insides. You burned alive. The angst you felt made it happen without notice and your streight to carry on seems to be fading away. No will, no power to induce yourself up. No reasons. You cant see the meaning of asking why.
One day could seem like one hole week. Or two. You think there will be no more smiles. No reasons to laugh again.

And then, it happens.
Sunddely, life's magic happens.

You can feel the sparkling sun touching your cold skin, can see the grass become green again. And you can hear, in the deep end of your symphony, beats of a ashed heart, recovering the streight, the will, the power. It beats, it hurts, it beats and it hurts again, and again, because you lost the way, the swing. And you feel like there´s no other way to go on. Again its the only path, the only choice. You'll go on, your heart you find a way to beat again and you will live beautifully yet again.

And, if you spend a little time thinkig about it, you might see that that´s life´s paradox. Finding the other way to come back again to the same and, still, not the same.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

diluido em mim

A ausência consome. Não a ausência do outro..mas a sua própria. Dói quando eu me sinto ausente de mim. Meu peito parece que se parte em mil.. são pedaços de espelhos diluidos em mim. Pedaços que me refletem diluidos em mim.

O outro nunca está ausente. Ele não pode. Não se pode ficar ausente de onde nunca se esteve.

O que faz falta é aquela parte de nós que acende por causa do outro - e isso acontece independente da vontade dele. Nunca é culpa do outro. Essa história de ser responsavel pelo que cativou.

Não existe ausencia, existe saudade.

E saudade é não saber. Simplesmente não saber.

sábado, 9 de maio de 2009

terapia

Fico imaginando porque as pessoas pensam que terapia é coisa de gente doida.
Alias, porque é coisa só de gente doida. Todos somos doidos.

Penso que terapia é coisa de quem se olha. Um olhar egoista. EGOista. É pra quem tem ego. E ter ego é dificil a beça. Principalmente se vc quer um ego que funcione bem.
É um bom EGOismo. Olhar faz bem.
Claro, sem esquecer que eu falei olhar ... ou seja, olhar o eu, o outro, o mundo. TUDO.

Olhar !!!! É muito importante.

Eu descobri que eu provavelmente não quero enxergar muito as coisas, afinal, um miope enxerga pouco. Eu tava mais pro ouvir. Mas isso não abona muito as coisas, só ouvir não basta. Do contrário tinha ceguinho rindo a toa. É dificil não ver. Como é sufocante não SE ver. E é engraçado porque a gente não percebe que a gente faz isso, mas fazemos e é por isso que vivemos sufocados.

Anyway ... olhar é só o primeiro passo. Por isso que terapia é pra quem procura força. Construi-la, são outros 500.